quinta-feira, 22 de abril de 2010

Projetos - John Dewey (1859-1952)

O filósofo norte-americano defendia a democracia e a liberdade de pensamento como instrumentos para a maturação emocional e intelectual das crianças. Defendia a tese de valorizar, questionar e contextualizar a capacidade de pensar dos alunos numa forma gradativo de um conhecimento relativo a resolver situações reais em exercícios referente aos conteúdos na área de estudos em que tinha como meta prioritária o desenvolvimento das crianças no aspecto físico,emocional e intelectual na realização de tarefas associadas ao contexto histórico entre sugestões as variadas formas de ensino aprendizagem.
Utilizava-se de idéias úteis e solucionaveis a questão pedagógica na teoria do positivismo e de instruções e métodos experimentais na arte de haver o crescimento físico, emocional e intelectual da criança em hábitos e capacidades de;
a) Desenvolvimento numa ação em conjunto ao poder de decisão sobre o enunciado.
b) Propiciar atividades manuais e criativas.
c) )Promover situações de cooperação, em vez de lidar com as crianças de forma isolada.
d) Estimular e propiciar meios de mobilização no pensar, agir e realizar questões.
e) Interagir comunidade e alunos num espaço a compreensão, organização e simplificação de dados complexos em troca de idéias, sentimentos e experiências.
Sua fundamentação teórica estabelece relações entre condições sociais, valores, organizações, conteudos e praticas educativas voltadas na realização do aluno em preparar para a vida suprindo suas necessidades e não passar de ano, desencadeando ações solucionáveis numa proposta pedagógica que atenda crianças de realidades diferentes e futuro distinto. Partia do principio que:
“Idealizar e racionalizar o universo em geral é uma confissão de incapacidade de dominar os cursos das coisas que especificamente nos dizem respeito”, escreveu. Essa perspectiva levou Dewey a rejeitar a ideia de leis morais fixas e imutáveis. Como boa parte dos intelectuais de seu tempo, o filósofo norte-americano sofreu forte influência tanto do evolucionismo das ciências naturais quanto do positivismo das ciências humanas. Defendia a utilização, diante dos problemas sociais, dos métodos e atitudes experimentais que foram bem-sucedidos nas ciências naturais. Nasceu em 1859 em Burlington, uma pequena cidade agrícola do estado norte-americano de Vermont. Na escola, teve uma educação desinteressante e desestimulante, o que foi compensado pela formação que recebeu em casa. Ainda criança, via sua mãe confiar aos filhos pequenas tarefas para despertar o senso de responsabilidade. Foi professor secundário por três anos antes de cursar a Universidade Johns Hopkins, em Baltimore. Estudou artes e filosofia e tornou-se professor da Universidade de Minnesota. Escreveu sobre filosofia e educação, além de arte, religião, moral, teoria do conhecimento, psicologia e política.
Seu interesse por pedagogia nasceu da observação de que a escola de seu tempo continuava, em grande parte, orientada por valores tradicionais, e não havia incorporado as descobertas da psicologia, nem acompanhara os avanços políticos e sociais. Fiel à causa democrática, participou de vários movimentos sociais. Criou uma universidade-exílio para acolher estudantes perseguidos em países de regime totalitário. Morreu em 1952, aos 93 anos.

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